Sobre Nós

A nossa Missão, Estratégia e Princípios

 

VIDA – Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano – é uma organização não-governamental portuguesa, sem fins lucrativos e de Utilidade Pública, criada em 1992 e registada junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros sob o número 8296/98.

A VIDA existe para ajudar as pessoas a desenvolverem as suas capacidades e o potencial da terra onde vivem, com vista a um desenvolvimento humano sustentado e justo.

Queremos tomar parte ativa do processo de construção do futuro onde a esperança, acesso à prestação de cuidados básicos e a melhoria da qualidade de vida, se tornam, cada vez mais, próximos e alcançáveis às populações mais pobres do mundo.

Reunindo um forte e consolidado capital de experiências e conhecimentos de 25 anos no terreno, a VIDA tem por missão criar, propor e implementar projetos que surgem da identificação das necessidades mais prementes das populações com quem trabalha.

É com base neste know-how que nos propomos criar uma rede de parceiros e doadores que nos ajudem a colmatar estas necessidades e criar condições reais através da capacitação dos seus agentes locais. O objetivo é sempre, através de uma metodologia extensível, o de tornar as intervenções sustentáveis no tempo e no espaço, capacitando as populações e valorizando os recursos naturais.

MISSÃO

Viver e trabalhar com as comunidades mais pobres, desenvolvendo as capacidades das pessoas e o potencial da terra onde vivem, construindo caminhos de esperança solidários que libertam da pobreza.

ESTRATÉGIA

Qualquer intervenção só se justifica como resposta a uma realidade. Através do levantamento das necessidades imediatas, procura-se uma resposta pronta e adequada às carências identificadas e à necessidades de valorização e dignidade que cada pessoa ou comunidade solicita para poder viver plenamente as suas capacidades

A metodologia de implementação baseia-se no empowerment dos agentes existentes. Este processo de capacitação introduz os meios necessários para que se mantenha a boa qualidade dos serviços e a competência local para a sua gestão comunitária, para além da conclusão do projeto.

PRINCÍPIOS

Realidade
Cada pessoa e comunidade representam uma riqueza a partir da qual se constroem caminhos de valorização que permitam adquirir consciência desse valor e da sua dignidade, favorecendo o nascimento de uma resposta pessoal e responsável.

Pessoa
O sujeito do desenvolvimento é a pessoa na sua totalidade enquanto ser único, irrepetível e irredutível.

Humanidade
A competência profissional é uma primeira e fundamental necessidade, mas por si só não basta, é necessária a atenção do coração de modo que brote a riqueza de humanidade.

Responsabilidade
Atuar como parte responsável na melhoria das condições de vida das pessoas e comunidades e não como mero dador de recursos.

Permanência
A responsabilidade só pode ser vivida se permanecer no tempo, ou seja, se for viver com.

Equipa de Coordenação

SARA SANGAREAU

Licenciada em Ciências Políticas e Administração e mestre em Gestão de Projetos de Desenvolvimento Sustentável, iniciou-se em Moçambique como voluntária em 2011, tendo passado também pela Colômbia onde exerceu assessoria em Cooperação Internacional. Assumiu funções de técnica de projetos de Desenvolvimento na província de Nampula, em Moçambique, com uma ONG portuguesa e, mais tarde, estabeleceu-se em Maputo como diretora de programa. Desde abril de 2019, é coordenadora do projeto VIDA em Moçambique “O nosso futuro é hoje – Fortalecimento da resiliência alimentar e ambiental das famílias vulneráveis no distrito de Matutuíne”.

GONÇALO ALVES

Licenciado em Ciências da Saúde com mestrado em Parasitologia Médica, foi research fellow entre 2014 e 2019 no Instituto de Higiene e Medicina Tropical (Lisboa), tendo também passado por Moçambique como coordenador de projeto social. É membro fundador de empresa de monitorização e controlo de mosquitos com importância em Saúde Pública, em Lisboa. Atualmente, é responsável do programa de Saúde na Guiné-Bissau.

PEDRO SILVEIRA

Licenciado em Bioengenharia, com pós-graduação em Biologia Humana e do Ambiente. Em 2015, coordenou um projeto de voluntariado jovem em São Tomé e Príncipe. Aí trabalhou, ainda, na gestão de equipas e controlo de qualidade numa empresa de importação e exportação. Tem experiência em estudos e ensaios laboratoriais, tendo passado pelo Instituto Nacional Ricardo Jorge e pela Empresa de Água e Eletricidade de São Tomé e Príncipe. Desde 2018, assume a coordenação do projeto “Tabanka Ku Saudi II” na região de Cacheu.

ANA RITA SIMÕES

Com licenciatura em Antropologia (em curso), a partir de 2018, desempenhou funções de responsável logística do programa de Saúde Comunitária, em Bissau e nas regiões de Cacheu e Biombo. Desde 2020, assume a coordenação do projeto “Tabanka Ku Saudi II” na região de Biombo.

FILIPA MACEDO

Licenciada em Geografia e com uma pós-graduação em Estudos de Desenvolvimento, tem vários anos de experiência de coordenação de projetos em Angola e na Guiné-Bissau, tendo, neste último país, assumido a coordenação operacional do projeto de Saúde Comunitária na região de Quinara. Desde 2020, assume, em Bissau, a coordenação do projeto “Estratégia para aceleração da Redução da Mortalidade Materna, Neonatal e Infantojuvenil na Guiné-Bissau – Setor Autónomo de Bissau”.

INÊS CRUZ ALVES

Licenciada em Ciências da Saúde com mestrado em Saúde Pública, assume em Bissau a coordenação do projeto “Reforço da capacidade institucional e operacional da Direção de Serviço da Saúde Comunitária da Guiné-Bissau”.

CAROLINA ALMEIDA

Licenciada em Ciências da Nutrição, pós-graduada em Gestão de Projetos de Cooperação para o Desenvolvimento, é atualmente mestranda em Saúde Pública e Desenvolvimento, no Instituto de Higiene e Medicina Tropical. Tem experiência como nutricionista em contexto hospitalar. Enquanto voluntária, participou em várias missões em Timor-Leste com uma associação juvenil. Em 2018, foi técnica de projeto da Plataforma SKAN (INOVISA) em Cabo Verde. Atualmente é coordenadora do projeto “Reforço dos serviços de nutrição e da capacidade de gestão integrada dos centros de saúde dos setores de São Domingos e Bigene – região de Cacheu” na Guiné-Bissau.